Cidadania
Acesso à Justiça, Justiça Itinerante e Pontos de Inclusão Digital para aproximar direitos de populações vulneráveis e territórios remotos.
Baixar relatórioGabinete do Conselheiro Guilherme Guimarães Feliciano no Conselho Nacional de Justiça. Uma prestação de contas sobre justiça, cidadania, sustentabilidade, responsabilidade social, inclusão e eficiência institucional.

O relatório parte de uma visão constitucional do CNJ como centro de planejamento e de produção de políticas públicas capazes de aproximar o Sistema de Justiça da cidadania.
A gestão documenta atuação técnica e colegiada em temas que atravessam a vida institucional: sustentabilidade ambiental, responsabilidade social, saúde, acessibilidade, eficiência, transparência, democratização dos serviços e proteção de direitos fundamentais.
“As urgências me movem; as carências me comovem.”Guilherme Guimarães Feliciano · discurso de posse

Acesso à Justiça, Justiça Itinerante e Pontos de Inclusão Digital para aproximar direitos de populações vulneráveis e territórios remotos.
Atenção integral a magistrados e servidores, saúde ocupacional, riscos psicossociais e monitoramento qualificado do absenteísmo-doença.
Educação, solução adequada de conflitos, linguagem acessível e fortalecimento da escuta pública e interinstitucional.
Integração do cidadão neurodivergente e acessibilidade plena em concursos do Poder Judiciário, com atenção às pessoas com TEA.
Comissões Permanentes, duas delas presididas
colegiados, fóruns, comitês, grupos e observatórios
durante a gestão, segundo o painel do CNJ
em trajetória próxima ao volume distribuído
Entregas conectadas por uma tese comum: sustentabilidade no Judiciário exige governança, inclusão, trabalho decente, eficiência ambiental e presença territorial.
Meta de neutralização das emissões de gases de efeito estufa do Poder Judiciário até 2030, instituída pela Resolução CNJ nº 594/2024.
Diretrizes para a contratação remunerada de cooperativas e associações de catadores, reconhecendo serviços ambientais e enfrentando o racismo ambiental.
Resolução CNJ nº 623/2025, dados para detecção precoce de transtornos mentais e proposta de Política Nacional de Saúde Ocupacional e Meio Ambiente do Trabalho.
Resolução CNJ nº 629/2025 e medidas para assegurar condições adequadas a pessoas com deficiência e pessoas com TEA nos concursos públicos.
Fortalecimento da Justiça Itinerante, auditoria dos Pontos de Inclusão Digital e políticas de acesso para comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas e população em situação de rua.
Plano de Logística Sustentável, Rede Nacional de Sustentabilidade, cooperação entre tribunais e articulação com a Agenda 2030.


Presidir a Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social significou converter princípios ESG em instrumentos, resoluções, redes, audiências, metas e práticas replicáveis em todo o Sistema de Justiça.
Mesmo diante do aumento de distribuição e de redução sucessiva da equipe, o gabinete manteve indicadores de atendimento acima de 100% em três quartos do mandato.

Conferências, audiências e semanas regionais conectaram tribunais, academia, sociedade civil e setor produtivo, transformando a sustentabilidade em agenda permanente.

Debate ambiental, social e econômico, audiência pública e lançamento do Pacto Nacional pela Sustentabilidade no Poder Judiciário.

Retomada, após 12 anos, do Congresso dos Serviços de Saúde e do Seminário da Política Nacional de Saúde de Magistrados e Servidores.

João Pessoa reuniu os ramos da Justiça, sociedade civil e setor produtivo em torno de boas práticas ESG.

Belém recebeu a agenda internacional e a Carta de Belém para a Sustentabilidade no Sistema de Justiça.

Porto Alegre articulou tribunais da Região Sul sobre transição energética, resiliência e crises socioambientais.

Seminário dedicado à Justiça Itinerante, à inclusão digital e à presença efetiva do Estado onde a cidadania mais precisa.
As 104 páginas combinam análise institucional, atos normativos, processos em destaque, números, registros fotográficos, cobertura jornalística e a composição da equipe responsável pelas entregas.



Em 13 de maio de 2026, no Salão Nobre Kofi Annan, em Brasília, Guilherme Guimarães Feliciano recebeu o título honorífico de “Guardião do ESG, da Sustentabilidade e da Responsabilidade Social no Sistema de Justiça Brasileiro”.
O reconhecimento promovido pelo Instituto Global ESG, pelo Movimento Interinstitucional ESG na Prática e por servidores do CNJ e da Justiça do Trabalho encontra neste relatório sua base documental: políticas públicas, decisões, articulações, indicadores e compromissos que deram forma concreta à agenda ESG no Judiciário.
Visitar o Memorial do Guardião
“Seguimos.”
O mandato se encerra reafirmando a disposição de continuar servindo ao Poder Judiciário por meio do diálogo interinstitucional e social, com responsabilidade, dedicação e compromisso com uma Justiça eficiente, acessível e humana.
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