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Início ESG20+ Conselhos C02 · Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores
Princípio 02 · Conselho Permanente

Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores

Um espaço permanente para democratizar o ESG, transformando sustentabilidade em uma agenda acessível, adaptável e aplicável a empresas de diferentes portes, instituições públicas, organizações, setores, territórios e indivíduos.

Sustentabilidade precisa ser possível em diferentes realidades.
C02 acessibilidade · adaptação · implementação
Grandes Empresas escala e cadeias
Médias Empresas capacidade em evolução
Agro & Agroindústria campo e cadeias produtivas
Academia & Pesquisa conhecimento
Startups & Impacto inovação
Sociedade Civil participação
Setor Público políticas e gestão
Micro & Pequenas acessibilidade
02 Princípio ESG20+
C02 Conselho Permanente
Todos Portes
Todos Setores
ESG Acessível e viável
Global Meeting Agenda oficial
Democratização da sustentabilidade

ESG não pode ser uma agenda restrita a quem já possui grande estrutura

Uma agenda para realidades diferentes

O Conselho Permanente de Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores corresponde ao segundo Princípio Norteador do Programa ESG20+.

Seu objeto é garantir que práticas ESG sejam acessíveis e viáveis para empresas de diferentes portes e setores, instituições públicas e até mesmo indivíduos, democratizando sua utilização.

Isso exige abandonar a ideia de uma única solução para realidades profundamente diferentes. Sustentabilidade precisa considerar capacidades, estruturas, recursos, territórios, setores, maturidades e contextos distintos.

Eixo

Social & Desenvolvimento Humano.

Princípio

02 Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores.

Palavra-chave

Acessibilidade.

Resultado esperado

ESG incorporado à realidade de mais organizações, setores e pessoas.

Do princípio à implementação

Acessibilidade Adaptação Capilaridade Implementação

01 Acessibilidade

Tornar o ESG compreensível, acessível e possível a organizações de diferentes portes e realidades.

02 Adaptação

Ajustar práticas, instrumentos e ferramentas às diferentes capacidades, contextos e setores.

03 Capilaridade

Ampliar o alcance do ESG em territórios, cadeias, organizações e comunidades.

04 Implementação

Transformar diretrizes em práticas concretas e gerar impacto sustentável.

Diferentes portes. Diferentes setores.

Uma agenda capaz de dialogar com múltiplas realidades

O Conselho deve funcionar como espaço institucional para articular e impulsionar soluções inclusivas, evitando que modelos concebidos para grandes estruturas sejam tratados como única referência possível.

Uma agenda acessível
MPE
Micro e Pequenas Empresas

Práticas proporcionais, linguagem acessível, ferramentas simples e implementação compatível com estruturas menores.

MED
Médias Empresas

Desenvolvimento gradual de governança, métricas, processos e capacidades internas.

GRD
Grandes Empresas

Estruturas robustas, cadeias complexas, reporte, governança e capacidade de indução.

GOV
Setor Público

Gestão pública, políticas, contratações, governança e responsabilidade institucional.

AGR
Agro e Agroindústria

Produção, territórios, recursos naturais, cadeias e competitividade sustentável.

OSC
Sociedade Civil

Organizações, redes, iniciativas sociais, territórios e participação comunitária.

EDU
Academia e Pesquisa

Conhecimento, evidências, ensino, pesquisa e desenvolvimento de soluções.

INO
Startups & Negócios de Impacto

Inovação, novos modelos, tecnologia e soluções orientadas a impacto.

Proporcionalidade e contexto

Democratizar não significa aplicar o mesmo modelo a todos

Sustentabilidade proporcional

A mesma direção estratégica pode exigir caminhos diferentes

Porte, setor, território, maturidade e capacidade institucional alteram a forma como uma organização consegue incorporar práticas ESG. A agenda deve preservar os objetivos de sustentabilidade sem ignorar essas diferenças concretas.

01 Porte

Recursos, estruturas, equipes e complexidade variam significativamente entre organizações.

02 Setor

Riscos, impactos, oportunidades e materialidade não são iguais em todas as atividades.

03 Território

Contextos locais, infraestrutura, vulnerabilidades e capacidades interferem na implementação.

04 Maturidade

Organizações podem estar em diferentes estágios de governança, mensuração e integração ESG.

ESG acessível e viável

Cinco condições para ampliar a participação

01 Linguagem

Traduzir conceitos sem perder rigor técnico.

02 Proporcionalidade

Exigências e instrumentos compatíveis com capacidades reais.

03 Capacitação

Conhecimento para transformar diretrizes em prática.

04 Ferramentas

Modelos, metodologias e instrumentos adaptáveis.

05 Incentivos

Criar condições para que sustentabilidade também produza valor.

Governança institucional

Composição e participações transversais

Membro efetivo transversal · Coordenação institucional

Instituto Global ESG

Integra como membro efetivo a arquitetura dos Conselhos e exerce a coordenação institucional do Programa ESG20+, articulando seus colegiados com o Movimento Interinstitucional e Multissetorial ESG na Prática.

Governança ESG20+
Composição específica

Conselho aberto à pluralidade de portes e setores

Não foi localizado, na documentação consolidada até esta etapa, ato específico designando outra instituição como membro efetivo particular do Conselho 02.

Novas designações poderão ser incorporadas à página assim que formalizadas ou confirmadas institucionalmente.

Consultivo e contributivo transversal Instituto S Company

Participação consultiva e contributiva transversal na arquitetura dos Conselhos ESG20+.

Participação transversal
Consultiva e contributiva transversal ABRIG

Participação consultiva e contributiva na arquitetura dos Conselhos.

Participação transversal
Consultiva e contributiva transversal ANATC

Participação consultiva e contributiva transversal na estrutura ESG20+.

Participação transversal
Participação transversal SEMP / Ministério do Trabalho e Emprego

Participação transversal na arquitetura e nas estruturas adicionais do Programa ESG20+.

Portaria nº 003/ESG20+
Consultiva e contributiva transversal Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN

Participação consultiva e contributiva nos Conselhos Permanentes, colegiados e grupos especiais.

Portaria nº 024/ESG20+
Agenda oficial do Conselho

Global Meeting | Sustentabilidade para Todos os Portes e Setores

O Global Meeting é o espaço oficial para colocar em movimento as agendas do Conselho, seus futuros Grupos de Trabalho e demais estruturas, permitindo encontros de diferentes formatos e dimensões.

Agenda permanente
Diferentes realidades em uma mesma mesa

A democratização do ESG exige escuta, encontro e construção conjunta

Reuniões técnicas, mesas setoriais, encontros empresariais, diálogos territoriais, oficinas, capacitações, seminários, fóruns e eventos de maior escala podem ser promovidos como Agendas Global Meeting vinculadas ao Conselho 02.

01 Mesas por porte

Micro, pequenas, médias e grandes organizações.

02 Diálogos setoriais

Agro, indústria, serviços, finanças e outros segmentos.

03 Agendas territoriais

Realidades locais, regionais e comunidades.

04 Capacitação

Ferramentas, conhecimento e implementação prática.

05 Fóruns & eventos

Ampliação do debate, mobilização e compartilhamento de experiências.

Agendas Global Meeting em consolidação À medida que reuniões, diálogos, encontros ou eventos forem promovidos no âmbito deste Conselho, esta área poderá exibir agenda futura, inscrições, programação, participantes, transmissão, documentos, cobertura, vídeos, fotografias e resultados.
Capacidade de desenvolvimento

Frentes possíveis de aprofundamento

A regulamentação dos Conselhos admite Grupos de Trabalho, câmaras, comitês, relatorias e outras estruturas. As frentes abaixo representam possibilidades estratégicas, e não GTs formalmente constituídos.

Frente potencial Micro e Pequenas Empresas

Simplificação, proporcionalidade, ferramentas e viabilidade.

Frente potencial Setores Produtivos

Adaptação temática por atividade, cadeia e materialidade.

Frente potencial Setor Público

Gestão, políticas, instrumentos e implementação institucional.

Frente potencial Territórios

Capilaridade, realidades locais, municípios e comunidades.

Frente potencial Ferramentas Inclusivas

Modelos, guias, metodologias e instrumentos acessíveis.

Da inclusão à implementação

Produtos que podem ampliar a capilaridade do ESG

01 Guias por Porte

Referências adaptadas a micro, pequenas, médias e grandes organizações.

02 Trilhas Setoriais

Conteúdo, prioridades e práticas contextualizadas por setor.

03 Ferramentas Práticas

Modelos, checklists, métricas e metodologias proporcionais.

04 Relatórios & Recomendações

Estudos, diagnósticos, propostas e recomendações de democratização.

Acervo institucional

Documentos e referências

 
Evolução institucional

Da democratização como princípio à agenda permanente

 
Conteúdo & inteligência

Sustentabilidade acessível em pauta

Hub editorial preparado Esta área poderá reunir matérias, entrevistas, artigos, estudos, casos, guias e coberturas relacionadas à democratização do ESG, micro e pequenas empresas, setores produtivos, setor público, territórios, inclusão empresarial e Agendas Global Meeting do Conselho 02.
Audiovisual

ESG para diferentes realidades

Hub audiovisual preparado Quando houver playlist, entrevistas, painéis, Global Meetings ou outras produções especificamente relacionadas ao Conselho 02, elas poderão ser incorporadas aqui com player, descrição, contexto e acesso ao acervo completo.
Memória institucional

Encontros, territórios e diferentes setores

Integração Flickr preparada Reuniões, diálogos, visitas, capacitações, fóruns, Global Meetings e demais atividades poderão constituir a memória visual deste Conselho.
Arquitetura ESG20+

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Próximo Conselho

03 · Justiça Climática e Resiliência Social

Da democratização da sustentabilidade ao desafio de assegurar que os impactos climáticos, seus custos e as respostas institucionais considerem as pessoas e comunidades mais vulneráveis.

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