Instituto Global ESG
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Júlia Arnone apresenta a campanha Começo, Meio e Recomeço
Campanha institucional Economia circular

Começo, meio e…
recomeço.

Uma campanha para transformar a lógica do descarte em cultura de regeneração, inovação, inclusão e responsabilidade compartilhada.

17.09.2025Global Meeting · Brasília
A ideia central

O futuro não precisa terminar no descarte.

A economia linear foi organizada como uma sequência de extração, produção, consumo e descarte. A economia circular muda a pergunta: como preservar o valor dos recursos, dos produtos e do trabalho por mais tempo?

“Começo, Meio e… Recomeço” traduz essa mudança em uma linguagem simples e mobilizadora. O que antes era resíduo pode tornar-se insumo. O que antes parecia fim pode abrir um novo ciclo de utilidade, renda e impacto positivo.

O futuro não é uma linha reta. É a coragem de transformar cada fim em matéria para um novo começo.
Circularidade sem complicação

Três movimentos. Um ciclo contínuo.

A campanha organiza a transição em uma sequência fácil de compreender e capaz de orientar decisões reais.

01

Começo

Projetar sem criar desperdício.

O ciclo começa antes da produção. Materiais, durabilidade, reparabilidade, uso de recursos e impactos precisam entrar no desenho de produtos, serviços e políticas.
02

Meio

Usar, cuidar, rastrear e compartilhar.

No meio estão consumo consciente, manutenção, reuso, logística reversa, informação confiável e responsabilidade compartilhada por toda a cadeia de valor.

Recomeço

Fazer o valor voltar ao ciclo.

Aquilo que perderia utilidade retorna como produto, componente, matéria-prima, energia, renda ou oportunidade — com prioridade para o maior valor e o menor impacto possível.
Modelo linearExtrair → produzir → consumir → descartarO valor se perde; os impactos se acumulam.
Modelo circularRedesenhar → usar → recuperar → regenerarO valor circula; novos ciclos se tornam possíveis.
Uma agenda ESG integrada

Por que a circularidade importa?

Ambiental

Menos extração e desperdício

Prevenção, redução, reuso, reparo e reciclagem aliviam a pressão sobre recursos naturais, clima e biodiversidade.

Social

Inclusão e trabalho digno

Catadoras, catadores, cooperativas e comunidades precisam participar da transição com renda, proteção e reconhecimento.

Econômico

Eficiência e novos mercados

Materiais preservados geram inovação, produtividade, empregos verdes e cadeias nacionais mais resilientes.

Governança

Rastreabilidade e confiança

Dados, metas, verificação e transparência tornam resultados demonstráveis e reduzem riscos de fraude e greenwashing.

Da inspiração à política pública

O Brasil já construiu bases para o recomeço.

A campanha dialoga com uma arquitetura normativa que evoluiu da gestão de resíduos para uma política econômica mais ampla de circularidade.

  1. 2010

    Política Nacional de Resíduos Sólidos

    A Lei nº 12.305 institui responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida e uma ordem de prioridade: não gerar, reduzir, reutilizar, reciclar, tratar e, apenas ao final, dispor rejeitos.

    Consultar a lei
  2. 2022

    Regulamentação e planejamento nacional

    Os Decretos nº 10.936 e nº 11.043 consolidam a regulamentação da PNRS e o Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

    Consultar o Decreto nº 10.936
  3. 2023

    Créditos de reciclagem e resultados verificáveis

    O Decreto nº 11.413 estrutura certificados de logística reversa e mecanismos para ampliar escala, infraestrutura, integridade dos dados e inclusão.

    Consultar o decreto
  4. 2024–25

    Estratégia e Plano Nacional de Economia Circular

    A ENEC amplia o horizonte: não geração de resíduos, circulação de produtos e materiais em alto valor e regeneração da natureza, com justiça social no centro.

    Conhecer o Plano Nacional
Responsabilidade compartilhada

Onde cada ator entra no ciclo.

Ninguém produz circularidade sozinho. A transição depende de papéis claros, coordenação e métricas comuns.

Empresas e cadeias produtivas

Redesenhar produtos, medir fluxos, reduzir perdas, estruturar logística reversa e transformar circularidade em inovação e competitividade.

Governos e instituições

Criar regulação, compras públicas, infraestrutura, dados e incentivos capazes de tornar a transição justa, coordenada e territorial.

Sistema financeiro

Direcionar capital para tecnologias, negócios e infraestruturas circulares com critérios de integridade, impacto e viabilidade econômica.

Sociedade e consumidores

Escolher melhor, prolongar a vida útil, separar corretamente, devolver materiais ao ciclo e cobrar transparência de empresas e governos.

Roteiro de implementação

Do discurso ao primeiro ciclo mensurável.

  1. Mapearmateriais, resíduos, custos, riscos e atores da cadeia.
  2. Priorizaronde evitar a perda gera maior impacto ambiental, social e econômico.
  3. Redesenharprodutos, processos, contratos, incentivos e responsabilidades.
  4. Implementarparcerias, logística reversa, reuso, reparo e recuperação.
  5. Medir e comunicarresultados, limites, rastreabilidade e próximos ciclos com transparência.
17 de setembro de 2025 · Complexo Na Praia · Brasília

Uma ideia técnica ganha voz pública.

A campanha foi lançada no Global Meeting sobre Economia Circular e Cadeias Produtivas Sustentáveis, em momento conduzido por Sóstenes Marchezine e Júlia Arnone.

Vídeo oficial

Júlia Arnone dá voz ao recomeço.

Em sua primeira fala pública, Júlia transforma circularidade em um chamado geracional: resíduos voltam como insumos, finais abrem novos ciclos e a juventude participa da construção das respostas que definirão o futuro.

Ler a matéria oficial

Uma agenda construída por convergência.

O encontro foi realizado pelo Instituto Global ESG e pelo Movimento Interinstitucional ESG na Prática, em parceria com Embrapa e Grupo R2, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e fomento do Grupo Arnone. A programação reuniu poder público, setor produtivo, sistema financeiro, ciência e sociedade civil.

Acervo da campanha

Veja, leia e aprofunde.

O conteúdo já produzido foi reunido e reorganizado para transformar registros dispersos em uma experiência de aprendizagem.

Série visual · 16 páginas

A nova era da gestão de resíduos.

Uma leitura navegável sobre a evolução jurídica, a logística reversa, a rastreabilidade e a circularidade como estratégia de desenvolvimento.

Ver publicação original
Série visual · 11 registros

Do modelo linear ao ciclo regenerativo.

A apresentação institucional da campanha e sua convocação para empresas, governos e sociedade.

Ver publicação original
Capa da sétima edição da Revista Global ESG
Revista Global ESG · Edição 07

Começo, meio e recomeço também é memória editorial.

A sétima edição conecta economia circular, inclusão socioprodutiva, cadeias sustentáveis e governança como pacto coletivo.

Ler a edição
O que a campanha defende

Produtos e processos pensados para não gerar desperdício.

Cadeias produtivas sustentáveis, rastreáveis e inclusivas.

Políticas públicas que acelerem uma transição justa.

Financiamento para inovação, infraestrutura e impacto.

Catadoras, catadores e cooperativas como agentes centrais.

Informação transparente para escolhas e resultados melhores.

O próximo recomeço é coletivo

Leve a campanha para sua organização, território ou cadeia produtiva.

O Instituto Global ESG articula conhecimento, instituições e capacidade de implementação para transformar circularidade em agenda concreta.

Propor uma cooperação Conhecer o Movimento ESG na Prática