Lei Anticorrupção — Lei nº 12.846/2013
Marco de responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública.
Consultar fonte primáriaUma base progressiva para acompanhar marcos legais, sistemas de gestão, compromissos públicos e arranjos de cooperação que fortalecem a integridade.
A V1 conecta referências jurídicas, institucionais e de gestão. Ela organiza o campo; não classifica organizações nem substitui due diligence.
A base inicial privilegia marcos estruturantes e fontes primárias. Use os filtros para compor uma leitura temática.
Marco de responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública.
Consultar fonte primáriaRegulamenta a Lei Anticorrupção e disciplina, entre outros pontos, processo administrativo, acordos de leniência e parâmetros de programa de integridade.
Consultar fonte primáriaIniciativa pública de adesão voluntária voltada ao compromisso empresarial com integridade, ética, transparência e responsabilidade.
Consultar fonte primáriaRede de articulação interinstitucional que organiza ações cooperativas de prevenção e enfrentamento da corrupção e da lavagem de dinheiro.
Consultar fonte primáriaSegunda edição da norma internacional para sistemas de gestão antissuborno, com requisitos e orientações aplicáveis a organizações de diferentes setores.
Consultar fonte primáriaA Lei de Licitações e Contratos Administrativos incorpora governança, gestão de riscos, controles e hipóteses de exigência ou consideração de programas de integridade.
Consultar fonte primáriaAs dimensões declaram o perímetro analítico atual e evitam que uma base em expansão seja interpretada como levantamento exaustivo.
Leis, decretos, deveres, sanções e instrumentos de responsabilização aplicáveis.
Referências para governança, prevenção, detecção, resposta, controles e melhoria contínua.
Pactos, estratégias nacionais e espaços de coordenação entre instituições.
Conexões com contratações, due diligence, cadeia de valor e evidências de efetividade.
Referências estruturantes, filtros, escopo declarado, fontes primárias e nota metodológica.
Novos registros, taxonomia refinada, revisão editorial e melhor conexão com conteúdos do Instituto.
Séries, recortes temporais, relações entre registros e painéis comparáveis, conforme disponibilidade das bases.
Boletins periódicos, alertas temáticos, relatórios analíticos e exportações para apoio à decisão.
Esta Versão 1 estabelece uma linha de base rastreável, com escopo declarado, seleção de referências estruturantes e critérios comuns para leitura responsável.
O recorte inicial reúne 6 referências selecionadas por relevância estrutural para o tema do observatório. A base é progressiva e não pretende representar todo o universo existente.
São priorizadas fontes primárias e páginas oficiais. O conteúdo, a vigência, o alcance e eventuais alterações devem ser confirmados na fonte indicada em cada registro.
Categorias, instituições, temas e palavras-chave são camadas editoriais de organização. Elas apoiam a pesquisa, mas não substituem a natureza jurídica ou técnica atribuída pelo emissor.
Novos registros, correções e mudanças de situação são incorporados em ciclos versionados, conforme disponibilidade, qualidade e verificação das fontes.
A inclusão não constitui certificação, chancela, ranking, recomendação ou avaliação positiva. A ausência de uma referência não significa irrelevância ou inexistência.
A curadoria do Instituto Global ESG distingue dado de origem, resumo editorial e interpretação, preservando rastreabilidade e possibilidade de revisão.