Instituto Global ESG

Estudos e pesquisas · Acervo 2024

Infraestrutura que conecta.
Governança que sustenta.

Infra ESG — o ESG como ponto de inflexão na conjuntura público-privada para o desenvolvimento econômico sustentável.

A infraestrutura conecta pessoas, territórios e oportunidades. Sua qualidade depende do serviço entregue, da inclusão, da gestão dos impactos e da prestação de contas ao longo de todo o ciclo do empreendimento.

Capa original do Piauí Infra Day, com tema e autoria de Sóstenes Marchezine
Apresentação-base · Sóstenes Marchezine · página 1
72páginas6eixos de leitura2024documento-base

A questão central

Infraestrutura para quem?
E com quais resultados?

Estudo documental com curadoria editorial e propostas de aplicação. A data exata do evento não é comprovada apenas pelo PDF.

Uma obra concluída não demonstra, por si só, que a população recebeu um serviço acessível, seguro e contínuo. A análise deve considerar operação, manutenção, qualidade, custos de acesso, efeitos sobre comunidades e resiliência.

A Emenda Constitucional nº 90/2015 introduziu o transporte no artigo 6º da Constituição como direito social. O texto reproduzido na apresentação conecta esse marco à discussão de mobilidade e desenvolvimento sustentável.

Para gestores públicos, o desafio envolve planejamento e coordenação entre entes; para empresas e operadores, riscos, contratos e desempenho; para a sociedade civil, participação, monitoramento e informação.

ODS 9Infraestrutura resiliente
ODS 11Acesso e mobilidade
ODS 13Ação climática
ODS 16Instituições
ODS 17Cooperação

Conexões temáticas com a Agenda 2030. A associação não comprova cumprimento de metas ou de indicadores oficiais.

Guia de leitura

Seis eixos.
Um percurso pelo documento.

A organização em eixos é uma curadoria desta página. Abra cada tema e localize suas referências no PDF.

01Decisão e ponto de inflexãopp. 1–17

A sustentabilidade e a governança entram na estratégia de organizações públicas e privadas, junto à gestão de riscos, à criação de oportunidades e à resiliência.

Para discutir: Quais decisões de investimento ou operação precisam incorporar riscos sociais e ambientais?

02Portos, aeroportos e transiçãopp. 18–21

O material registra agendas ministeriais de sustentabilidade, cabotagem e combustível sustentável de aviação. São referências ao contexto de 2024, a serem lidas com sua data e estágio.

Para discutir: Qual era o estágio de cada iniciativa e qual fonte oficial permite acompanhar sua evolução?

03Legado ESG e governança públicapp. 22–40

Who Cares Wins, Kofi Annan, ESG na Prática e iESGo aproximam responsabilidade organizacional, avaliação e desenvolvimento sustentável.

Para discutir: Quais práticas podem ser comprovadas e transformadas em melhoria organizacional?

04Adaptação ao territóriopp. 41–44

O documento propõe adaptar ferramentas à maturidade local e regional. As dimensões continentais do Brasil exigem atenção à capacidade institucional e às necessidades do território.

Para discutir: Como ajustar critérios à realidade local sem perder consistência metodológica?

05Transporte como direito socialpp. 45–56

Texto de Alexandre Arnone, Loami Bonifácio Júnior (Boni) e Sóstenes Marchezine conecta Constituição, transporte, Agenda 2030 e cooperação entre setores.

Para discutir: Como aproximar planejamento multimodal, acesso, eficiência e cooperação?

06Articulação, métricas e implementaçãopp. 57–72

FPESG, Balanço Socioambiental, NBC T 15 e comparabilidade integram a proposta de articulação institucional. A página distingue conexão temática de equivalência entre referenciais.

Para discutir: Quem responde pela informação, como ela é validada e como orienta decisões?

Avaliar para melhorar

Governança, gestão e sustentabilidade.

O portal oficial do TCU apresenta o iESGo como avaliação de governança, gestão e sustentabilidade, construída a partir da reformulação do iGG. Seu questionário de 2024 inclui liderança, estratégia, controle, pessoas, tecnologia e segurança da informação, contratações, orçamento e sustentabilidade ambiental e social.

Para infraestrutura, a leitura editorial é relacionar esses temas a decisões e responsabilidades concretas: quem prioriza, quem executa, quem controla e quais evidências demonstram o resultado.

Contextualização: usamos a identificação oficial Índice de Governança e Sustentabilidade, corrigindo a expansão imprecisa presente na página 29 do documento histórico. Autoavaliação, certificação e asseguração têm naturezas distintas.

Aplicação por modal

O mesmo compromisso.
Materialidades diferentes.

Explore uma matriz ilustrativa de perguntas, indicadores possíveis e evidências. Os exemplos são propostas editoriais de aplicação; não representam resultados medidos ou avaliação de empreendimentos.

Questão de decisão · Rodoviário

Que trechos concentram interrupções e quais usuários são mais afetados?

Questão material
Segurança, continuidade e eventos extremos
Indicador possível
Frequência de interrupções; ocorrências por unidade de exposição
Evidência e limite
Registros operacionais com período e denominador; distinguir clima, manutenção e outros fatores.

Organize o primeiro ciclo

Do compromisso à evidência.

Use a lista como apoio à discussão da equipe. As respostas ficam apenas na página aberta e não são enviadas com o formulário de download.

Esta lista não gera nota de maturidade, certificação ou diagnóstico de conformidade.

0 de 8 itens marcados

Lista de preparação

Da reflexão à prática

Um roteiro de implementação.

Proposta editorial inspirada no documento. Adapte-a à natureza da organização, ao território e às regras aplicáveis.

  1. 01

    Delimitar

    Ativo, serviço, contrato, território, população atendida e fronteira de análise.

  2. 02

    Diagnosticar

    Riscos, impactos, obrigações aplicáveis, evidências existentes e lacunas.

  3. 03

    Escutar

    Usuários, comunidades, trabalhadores, gestores e operadores, com registro de devolutivas.

  4. 04

    Priorizar

    Critérios materiais, linha de base, responsáveis, orçamento e prazo.

  5. 05

    Executar

    Ações incorporadas a contratos, manutenção, operação e capacitação.

  6. 06

    Medir

    Fonte, unidade, período, denominador, método e responsáveis por cada informação.

  7. 07

    Revisar

    Verificação dos dados, divulgação proporcional às evidências e correção de desvios.

Dentro da apresentação

Território, cooperação e evidências.

A capa identifica a FPPA e o IBI no contexto do Piauí Infra Day. Logomarcas e referências históricas não estabelecem patrocínio, parceria ou endosso atual desta curadoria.

Documento completo

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Título
ESG como Ponto de Inflexão na Conjuntura Público-Privada para o Desenvolvimento Econômico Sustentável
Apresentação
Sóstenes Marchezine · Piauí Infra Day
Ano e formato
2024 · PDF · 72 páginas · português

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Créditos em destaque

Autoria, contexto e fontes.

Apresentação-base: Sóstenes Marchezine, Piauí Infra Day, 2024. Acervo do Instituto Global ESG.

Texto das páginas 45–56: “ESG, Constituição Federal e o Terceiro Setor: a Implementação do Transporte como um Direito Social Fundamental”, de Alexandre Arnone, Loami Bonifácio Júnior (Boni) e Sóstenes Marchezine.

Curadoria: Instituto Global ESG. Leitura documental, conexões contemporâneas e propostas editoriais de aplicação. Página preparada em outubro de 2026.

Referências para aprofundamento

Fontes oficiais consultadas para contextualização. Menções a PAN, PAC, BR do Mar, SAF, NBC T 15, IFRS e ABNT no PDF são históricas; atualizações técnicas específicas exigem consulta ao instrumento correspondente.

Conexões institucionais

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Os vínculos abaixo compõem a curadoria contemporânea do Instituto e não alteram o conteúdo original de 2024.