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Marco Brasil–ONU
2023–2027 · Documento, resultados e aplicação.
Oito cards para navegar e compreender
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01 · Capa e propósito

02 · O que é o Marco

03 · Cinco eixos estratégicos

04 · Resultados esperados

05 · Implementação

06 · Governança e cooperação

07 · Participação e transição

08 · Documento oficial

O Marco em quatro referências
Uma arquitetura comum para orientar planejamento, implementação, monitoramento, avaliação, financiamento e cooperação.
Horizonte
Ciclo programático vigente.
Arquitetura
Prioridades interdependentes.
Entrega prevista
Matriz oficial de resultados.
Base participativa
Cerca de 300 instituições consultadas entre 2021 e 2022.
O que o Marco é — e o que não é
Instrumento de cooperação
Referência política, programática e operacional para coordenar o apoio do Sistema ONU ao desenvolvimento sustentável do Brasil.
Norma autônoma
Não é tratado, lei ou decreto e não substitui as competências constitucionais, legais e administrativas brasileiras.
Evidência e responsabilidade
Resultados, participação, salvaguardas, transparência, aprendizado e capacidade institucional duradoura.
Da prioridade pública ao impacto verificável
O valor do Marco não está apenas no número de ações, mas na coerência entre diagnóstico, capacidades, produtos, resultados e transformação.
Diagnóstico
Desigualdades, riscos e capacidades.
Prioridade
Eixo, resultado, ODS, meta e indicador.
Implementação
Responsáveis, parceiros, recursos e prazos.
Evidência
Produtos, dados, salvaguardas e participação.
Impacto
Mudança demonstrável e capacidade incorporada.
O que mudou para pessoas, territórios e instituições — e qual evidência permite atribuir contribuição plausível à iniciativa?
Cinco eixos que não funcionam em silos
Cada eixo deve ser lido em conexão com direitos humanos, igualdade de gênero, raça e etnia, participação social, sustentabilidade ambiental e redução das desigualdades.
Transformação econômica
Produtividade, trabalho decente, inclusão econômica, inovação e transição socioambiental.
Governança Tributária Sustentável · Economia Circular · Tecnologias Limpas
Inclusão social
Direitos, proteção social, saúde, educação, trabalho, renda e combate às desigualdades.
Meio ambiente e clima
Descarbonização, adaptação, biodiversidade, uso sustentável dos recursos e transição justa.
Governança e capacidades
Estado de Direito, integridade, justiça, participação, instituições eficazes e políticas baseadas em evidências.
Nexo humanitário–desenvolvimento
Prevenção, resposta, reconstrução, resiliência e proteção de pessoas e territórios.
Uma matriz para orientar entregas e decisões
Os resultados oficiais podem ser operacionalizados por sinais observáveis, sem confundir atividade realizada com mudança efetiva.
Resultados 1 e 2
Economia inclusiva, produtiva e sustentável; trabalho decente, renda, proteção social e transição justa.
Resultados 3 e 4
Redução das desigualdades; acesso a políticas e serviços públicos com foco em populações vulnerabilizadas.
Resultados 5 e 6
Ação climática, biodiversidade, gestão ambiental, resiliência e desenvolvimento territorial sustentável.
Resultados 7 e 8
Governança democrática, Estado de Direito, participação, integridade, capacidades públicas e acesso à justiça.
Resultado 9
Respostas integradas que reduzem vulnerabilidades e conectam emergência, reconstrução e desenvolvimento.
Três anos de escala, investimento e aprendizado
Os números abaixo descrevem a carteira anual informada pela ONU Brasil; não provam, isoladamente, eficácia, eficiência ou impacto.
281 iniciativas
US$ 122,8 milhões · 257 parceiros.
351 iniciativas
US$ 155 milhões · 24 entidades do Sistema ONU.
338 iniciativas
US$ 213 milhões · 253 parceiros · 85 políticas públicas.
Entre 2023 e 2025, o investimento informado cresceu aproximadamente 73,5%, enquanto o número de iniciativas cresceu 20,3%. O investimento médio por iniciativa passou de cerca de US$ 437 mil para US$ 630 mil. Trata-se de intensidade financeira média, não de comprovação automática de melhor desempenho.
Como alinhar uma política, projeto ou parceria
Use os sete campos abaixo para substituir associação retórica por nexo demonstrável.
Problema público
Diagnóstico, linha de base, população e território.
Eixo e resultado
Justificativa objetiva de aderência ao Marco.
ODS e indicadores
Meta, indicador, fonte, periodicidade e desagregação.
Entrega
Produto, mecanismo, responsável, prazo e orçamento.
Salvaguardas
Participação, acessibilidade, direitos e canal de resposta.
Resultado
Mudança além da atividade e explicação de contribuição.
Continuidade
Institucionalização, capacidade, norma, equipe ou orçamento.
Abrir a Iniciativa de Parametrização ESG/ODS para relacionar dimensões ESG, Princípios ESG20+, objetivos, metas e indicadores dos ODS.
Participação de Sóstenes Marchezine
Senado Federal
Participação por indicação institucional no processo ligado à consolidação do documento.
Secretário-Executivo do GPONU
Atuação no Grupo Parlamentar Brasil–ONU do Congresso Nacional e em grupo de trabalho relacionado ao Marco.
Sem extrapolação institucional
A participação pessoal e funcional não torna o Instituto signatário, coautor, integrante da governança ou representante do Governo brasileiro ou do Sistema ONU.
Conexões para transformar referência em capacidade
As conexões expressam convergência temática e aplicação responsável; não constituem, por si, parceria ou chancela da ONU.
Parametrização ESG/ODS
Estratégia, metas, indicadores e evidências.
Alinhamento aos ODS
Priorização, validação e aprendizagem colegiada.
Cooperação internacional
Capacidades, conhecimento e articulação multissetorial.
Integridade empresarial
Governança, prevenção, transparência e confiança.
Inclusão Social PCD
Acessibilidade, participação, evidências e garantia de direitos.
ESG 20 Anos
Responsabilidade empresarial, multilateralismo e desenvolvimento sustentável.
Avaliar, aprender e preparar a próxima transição
O ciclo sucessor deverá combinar pobreza, fome, saúde, educação, saneamento, direitos e desigualdades com inteligência artificial, integridade informacional, bioeconomia, economia circular, adaptação climática, transição justa e resiliência democrática.
Avaliar antes de renovar
Relevância, eficácia, eficiência, sustentabilidade, adicionalidade e capacidades incorporadas.
Planejar com territórios
Governos subnacionais e populações afetadas desde o diagnóstico.
Financiar mudanças sistêmicas
Orçamento, investimento, crédito, cooperação e critérios de impacto.
Preservar participação e memória
Decisões, dissensos, boas práticas, riscos e lições aprendidas.
Fontes verificáveis
Nota metodológica: dados quantitativos reproduzem os anos informados nas publicações oficiais. Inferências analíticas estão identificadas e não substituem a avaliação independente do Marco.
